A ANVISA e a OZONIC indica o Ozônio para reesterilização de instrumentos cirúrgicos, pelo alto poder oxidativo.

Em seu Manual de Segurança Hospitalar, a ANVISA cita o uso do Ozônio na esterilização de instrumentos cirúrgicos:

O Ozônio não é um novo esterilizante. Estudos sobre sua eficácia foram realizados em Lille, França, em 1899 (esterilização da água de abastecimento da cidade) demonstrando o Ozônio como um esterilizante efetivo (141).

É utilizado no tratamento de água, polpa de papel e esgoto. Devido ao seu alto poder oxidativo (142), esse esterilizante é empregado na reesterilização de instrumentos médicos, compostos de:

  • Titânio
  • Aço inox
  • Borracha
  • Cerâmica
  • Silicone
  • Cloro de Polivinil
  • Poliuretano

Acesse o Manual Completo de Segurança Hospitalar, diretamente no site da ANVISA:

MANUAL DE SEGURANÇA HOSPITALAR – ANVISA

Em sua publicação intitulada “Manual de Segurança Hospitalar”, referência em todas as unidades hospitalares do Brasil, a ANVISA indica por diversas vezes o Ozônio no uso contínuo em água hospitalar, sobretudo contra bactérias entéricas e organismos patogênicos, causadores de diversas doenças, como:

  • Febre tifóide
  • Diarréias
  • Vermes

Também na esterilização de equipamentos cirúrgicos.

O USO DA ÁGUA NO AMBIENTE HOSPITALAR:

A água pode conter organismos nocivos à saúde, como bactérias entéricas causadoras da febre tifóide; organismos patogénicos como a “Entamoeba histolytica”, causadora da desinteria amebiana; vermes (cercárias de esquistossomas); vírus e bactérias em forma esporulada.

São necessários procedimentos relativos ao tratamento da água, tais como esterilização e desinfecção. Processos de esterilização devem ser executados quando não puder existir nenhuma forma de vida na água a ser utilizada.