Ozônio na Aviação Agrícola

A agricultura vem se beneficiando da aviação para exterminar quaisquer possibilidades de pragas, já ha décadas.

A água usada para a lavagem das aeronaves pulverizadoras possui níveis elevados de agrotóxicos, proibidos de serem descartados no meio ambiente. Considera-se crime inafiançável essa prática, desde 1999, segundo o decreto Nr.3179. Com isso, o tratamento de descontaminação dessa água para a eliminação de agrotóxicos, antes de retorná-la à natureza, é imprescindível.

As Autoridades ambientais restringem a liberação dos resíduos de pesticidas em rios e lagos a níveis baixíssimos, gerando a necessidade de sistema de descontaminação com alta eficácia, para eliminar esse problema. O CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) emite as normas que definem esses níveis, com a última resolução vigente em 17 de Março de 2005, de Nº 357. O órgão que fiscaliza esse processo é o IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente) é o órgão fiscalizador desse processo.

a tecnologia mais adequada para a degradação das caldas residuais dos agrotóxicos nas águas de lavagem é a Ozonização, pois o Ozônio é o único oxidante capaz de ser produzido no campo, de maneira econômica e prática.

Essa tecnologia já está se estendendo para a descontaminação dos demais equipamentos agrícolas, trazendo enormes benefícios para a preservação do meio ambiente, reduzindo a poluição em rios e lagos, e do lençol freático que cresce na mesma proporção de nossa área cultivada.

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