O Ozônio (O3) é um gás produzido no local de uso, a partir do oxigênio (O2) por Geradores de Ozônio, que utilizam descarga elétrica (efeito “CORONA”) de alta voltagem

 “The Story of Ozone” – Original de “A História do Ozônio” – Saul Pressman
Tradução: José Barazal Alvarez – jan. 2.003 – Texto Resumido.

Existe um ciclo natural de oxigênio semelhante ao ciclo da água. O Oxigênio que é liberado pelos plânctons no mar, e pelas plantas na terra, durante a fotossíntese, são mais leves que o ar, se elevando na atmosfera.

Entre 20 e 30 km de altitude, uma forte radiação de Ultra Violeta (UV) situada entre o comprimento de onda de 180 a 200 nanômetros bombardeia o oxigênio e o transforma parcialmente em Ozônio. Esse Ozônio forma criado uma fina camada na atmosfera e bloqueia a pequena porção do espectro de UV que ele absorve.

Grande parte dos raios UV que atingem a terra, permitem o bronzeamento solar. O Dr. Michael Carpendale, da Administração do Hospital de Veteranos de Guerra de São Francisco, notou sua utilidade em uma terapia muito eficaz no início do século XX.

Informações sobre a camada de Ozônio tem causado, ultimamente, uma grande repercussão na imprensa, mas fatos e notícias se diferem. A geração de ozônio na atmosfera depende diretamente da quantidade de energia solar. A espessura da camada de Ozônio existente na atmosfera varia, conforme o volume de atividade solar. O mais baixo nível até hoje medido foi em 1.962.

Durante a noite, no lado escuro de nosso planeta, a camada de Ozônio praticamente desaparece em poucas horas. Essa camada é reposta assim que o sol nasce. Não há Ozônio sobre os pólos no período de inverno polar, porque não há luz solar.

O Ozônio é produzido na atmosfera superior assim que o sol nasce, e como é mais leve que o ar, começa a reduzir-se assim que cai em direção a Terra. Na precipitação, combina-se com qualquer agente poluidor que contatar, limpando o ar – é um maravilhoso auto-limpante natural.

Quando o Ozônio entra em contato com o vapor d’água, forma o peróxido de hidrogênio (H2 O2), que passa a fazer parte da chuva, permitindo o crescimento das plantas melhor do que a irrigação convencional.

O Ozônio também é gerado na atmosfera, pelas descargas atmosféricas (raios de uma tempestade), e a quantidade produzida em uma tempestade média é geralmente o triplo do limite permitido de (0,015 PPM) – zero vírgula zero quinze partes por milhão – como foi estabelecido pela EPA (Environment Protection Agency – Agência de Proteção Ambiental) do governo americano.

O ozônio é o responsável pelo maravilhoso cheiro de frescor após uma forte chuva, e oferece um alto benefício a quem o aspira. O ozônio também é gerado por quedas d’água e ondas que arrebentam e que são responsáveis pelo sentimento de energia que experimentamos próximo a estes locais.

A natureza também gera Ozônio através de fótons do Sol quebrando separadamente o Óxido Nitroso (NOx), um agente poluidor formado por um motor de combustão interna. Este Ozônio pode acumular-se como névoa devido a inversões de temperatura, sendo irritante aos olhos e ao pulmão.

Estas são as formas de Ozônio gerado na pela atmosfera.

Nota do tradutor: O Ozônio é uma forma alotrópica do oxigênio, pois este é uma molécula diatômica (O2) e o Ozônio é triatômica (O3). O ozônio é uma forma “modificada” do oxigênio.

Ozônio produzido em equipamentos:

Um dos modos de produzi-lo, é injetando oxigênio em um dielétrico, com alta voltagem (efeito corona), quando a molécula O2, recebe mais um átomo e surge uma molécula O3. Este é o tipo de gerador que é fabricado pela OZONIC.

PATENTE DE OZÔNIO (?) É estranha a colocação que por vezes encontramos, onde empresas dizem ter “patente de geradores de Ozônio”.

O primeiro gerador de Ozônio foi desenvolvido ainda no século XIX, por Nicola Tesla.